Orientações gerais da AMEREPAM: Paralisação 17 de novembro de 2016 escola paulista de medicina universidade federal de São Paulo

Orientações gerais da AMEREPAM: Paralisação 17 de novembro de 2016 escola paulista de medicina universidade federal de São Paulo

Prezado(a) Preceptor(a)

Conforme deliberado em ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA e de acordo com a legislação pertinente, seguem orientações passadas aos residentes a respeito da paralisação:

A priori, todos os atendimentos ambulatorias devem ser suspenso salvo casos particulares a serem determinados por cada especialidade, tendo em vista o conceito relativo de urgência/emergência (p.e. ambulatório de quimioterapia), devendo o COLEGIADO DOS RESIDENTES necessariamente ser informado;

A conduta em relação ao cancelamento ou atendimento dos agendamentos de ser de responsabilidade do Chefe/Preceptor de cada ambulatório, não havendo obrigatoriedade ética ou legal dos residentes quanto a isso;

Manteremos nos serviços de emergência atendimento com 30% do efetivo médico regular, conforme determina o Código de ética Médica;

As enfermarias devem trabalhar com plano de contingenciamento de leitos, visando lotação máxima de 30, não sendo aceita nenhuma admissão por parte do residente enquanto a ocupação for superior a este teto (os 70% dos leitos que porventura fiquem ociosos são de responsabilidade do Chefe/Preceptor da enfermaria);

A suspensão ou não das atividades acadêmicas (como aulas) no período de paralisação deve ser determinada pelos respectivos programas de residência médica;

Todos os residentes que não estiverem escalados para atividades assistenciais devem estar disponíveis para participar de atividades de promoção do movimento e conscientização da população;

A escala mínima de greve é responsabilidade de cada especialidade, ficando a critério dos residentes e preceptores, respeitando o contingente mínimo de 30%.

 Lembramos que essas são orientações gerais e cada especialidade deve se organizar junto aos preceptores buscando atender e respeitar particularidades de cada serviço.

Nos mantemos à disposição para esclarecimentos.

Atenciosamente,

Associação do Médicos Residente da Escola Paulista de Medicina

Médicos residentes e na qualidade de assistência a todos os usuários.

Manifestamos também o apoio à movimentação da AMERESP deliberada em assembleia na data de 03 de novembro de 2016 com os médicos residentes do Estado de São Paulo, onde foi definida a paralisação dos médicos residentes a partir do dia 10 de novembro de 2016 pelo cumprimento do reajuste das bolsas definido pela portaria interministerial nº3, de 16 de março de 2016.

Nesse sentido, os médicos residentes da Universidade Federal de São Paulo deliberaram na data de hoje PARALISAÇÃO de suas atividades no dia 17/11/2016, como forma de protesto e mobilização. Definimos também a formação de um colegiado representativo das especialidades médicas para discutir e elaborar as principais demandas e prioridades acerca do complexo Hospital São Paulo/HU e da residência médica. Nesta data será convocada nova Assembleia Extraordinária para a discussão e votação das pautas levantadas por este colegiado.

Dessa forma, informamos que ficará suspensa, na data em questão, a participação dos residentes em atividades ambulatoriais e eletivas e que manteremos efetivo de 30% funcionante para o atendimento dos serviços de urgência emergência e terapia intensiva.

Pedimos a compreensão dos preceptores e supervisores dos programas de residência médica para que a manifestação dos médicos residentes seja respeitada eticamente, já que temos o reconhecimento por parte da AMERESP da ANMR e do CREMESP da legalidade do movimento.

Atenciosamente,

AMEREPAM

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *