Nova diretoria atual dos residentes

diretoria

 

2017

Davi Jing Jue Liu

Edoardo Filippo de Queiroz Vattimo

Estevam Fernandes Luna

Felipe Teles de Arruda

Fernando de Meo Dulcino

Flávio Taniguchi

Guilherme Andrade Peixoto

Harold Maluf Barretto

Janaína Bulhões Miranda

João Durval Ramalho Trigueiro Mendes Junior

José Antônio Hersan Nadal

Luciane Bastos Fernandes de Oliveira

Marcos Bovo Inácio

Pablo Leonardo Traete

Vanessa Souza Santana

William Huang

Wilson Elias de Oliveira Júnior

Daniella Gimenez Caniato

Jellin Chiaoting Chuang

Heitor Vieira Nogueira

 

 

2016

Entrevista com Paulo Cesar Rozental Fernandes

1. QUAIS OS NOMES DOS ENVOLVIDOS NA DIRETORIA RECÉM-ELEITA?

Paulo César Rozental Fernandes – Diretor-presidente

Flávio Taniguchi – Diretor-financeiro

Thiago Cassio Santos Walmsley Lucena – Diretor-financeiro

José Carlos Arrojo Júnior – Diretor(a)

Lucas de Oliveira Serra Hortêncio – Diretor(a)

Patrícia Guanabara Novaes – diretor(a)

Larissa de Almeida Dourado – diretor(a)

Wilson Elias de Oliveira Júnior – Diretor(a)

Luciane Bastos Fernandes de Oliveira – Diretor(a)

Guilherme Andrade Peixoto – Diretor(a)

Raphael Ferreira de Moraes Forjaz – Diretor(a)

Gabriela Ramires Silveira – Diretor(a)

2. COMO VÊ A CHEGADA DELES?

A Diretoria atual da AMERESP possui uma composição bastante heterogênea.

Há integrantes experientes, que fizeram parte das últimas gestões, mas novos membros com grande potencial de trabalho. Compõem a equipe gestora, residentes de diversas especialidades e diversos serviços do estado – ao todo nove programas diferentes. A capacidade de trabalho da equipe composta é enorme e poder fazer parte desse grupo é, sem dúvida, motivo de orgulho para mim. Confio na inteligência, integridade e capacidade dos membros da equipe e tenho fé de que grandes projetos poderão nascer dessa união.

3. QUAL A SUA EXPECTATIVA?

Minhas expectativas acerca da equipe giram em torno da capacidade dos membros de trabalhar juntos, desenvolvida nos últimos anos, fruto de reuniões periódicas e muita dedicação. Outros pontos fortes são os inúmeros talentos individuais e a meritocracia que regem nossas ações enquanto grupo, que permitem ampla gama de atuação e uma renovação fisiológica. Tal renovação é o que hoje garante a continuidade de um trabalho que iniciamos há quase três anos e nos permite sonhar com um futuro melhor nas áreas que atuamos. Nos próximos meses esperamos: incentivar a abertura, reativação e fortalecimento das associações locais; divulgar direitos e deveres do médico residente; integrar os residentes do estado à Ameresp e ao Movimento Nacional de Valorização à Residência Médica, entre outros objetivos. Nessa linha de pensamento, realizar visitas às associações locais; estabelecer subsedes pelo estado; promover eventos acadêmicos, administrativos e festivos; oferecer estrutura logística, jurídica e nos âmbitos que forem possíveis e/ou necessários aos residentes; são estratégias pensadas e projetadas para este ano de trabalho que se inicia para nós.

4. QUAIS ERAM AS DIFICULDADES DOS ANTIGOS? ELAS FORAM SUPERADAS?

Nos últimos dois anos, barreiras burocráticas e até pendências legais precisaram ser enfrentadas. Contudo, prefiro ressaltar a composição de um verdadeiro time, a atualização do estatuto, a ampliação do contato com representantes regionais, a divulgação do nome e ações da Ameresp. Tudo isso foi feito nos últimos dois anos. Aproveito para enaltecer a capacidade e competência daqueles que me antecederam. Agradeço, especialmente, a dedicação dos colegas Arthur Danila, Diego Garcia e todos os colegas que fizeram parte das diretorias anteriores e ajudaram a construir a história recente e vitoriosa da Ameresp.

5. QUAL SERIA O PROGRAMA IDEAL PARA A RESIDÊNCIA MÉDICA NO BRASIL?

Delinear um programa de residência médica ideal é um desafio. Acompanhar as mudanças e descobertas da medicina torna os programas dinâmicos, exigindo atualizações frequentes, dificultando a composição de um modelo estático a ser reproduzido. Contudo, é possível ressaltar alguns aspectos e princípios importantes à maioria dos programas, tais quais: preceptoria qualificada; reconhecimento do programa pelo Ministério da Educação e pelas sociedades específicas a cada especialidade; respeito à autonomia profissional e à dignidade do médico; fornecimento de condições dignas de trabalho; divulgação e atenção a direitos e deveres  dos residentes; avaliação periódica dos programas de residência médica; promoção de um ambiente de trabalho saudável; fornecer auxílio, moradia e alimentação ao residente; incentivo à realização de cursos, participação em eventos científicos, disponibilização de centros de treinamento específico, simulações e o fomento à produção científica; entre outros. Por fim, por mais lógico que possa parecer, focar o programa de residência na qualificação dos médicos e na qualidade do atendimento a ser fornecido aos pacientes brasileiros. Por mais importante que sejam as necessidades de cada uma das instâncias citadas, o objetivo de formação, qualificação do residente e, sobretudo, de oferecer atendimento de qualidade à população, deve prevalecer sobre os objetivos secundários se quisermos garantir a excelência da prática médica em nosso país.

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